Economia

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  1. 'Tanto a DPU quanto o INSS entenderam que o melhor caminho para a resolução de litígios não é a via judicial, mas sim a extrajudicial', diz defensor público. Será necessário um tempo para cadastramento e preparação das unidades da DPU. Marcello Casal Jr./Agência Brasil O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Defensoria Pública da União (DPU) assinaram na última terça-feira (16) um acordo para que as unidades da DPU possam realizar atendimentos aos beneficiários do INSS, por meio de sistema próprio, destinado a pessoas de extrema vulnerabilidade e analfabetos digitais. "É importante destacar que o serviço não será implantado de imediato. Será necessário um tempo para cadastramento e preparação das unidades da DPU. Só então este tipo de atendimento poderá ser efetivado. A assinatura do acordo é um dos primeiros passos em direção ao objetivo", diz DPU LEIA MAIS Pode Perguntar: tire dúvidas sobre benefícios atrasados do INSS INSS: entenda a diferença entre BPC/LOAS e aposentadoria por invalidez e como solicitar Beneficiários BPC/LOAS já podem fazer empréstimo consignado Entenda como vai funcionar O trabalho conjunto será estruturado em três etapas A primeira é a possibilidade de a DPU realizar atendimentos administrativos para pessoas em extrema vulnerabilidade, seja por exclusão digital ou por hipossuficiência de informações. A segunda visa reduzir a judicialização de casos. E a terceira foca na ação da DPU em auxiliar o INSS na identificação de benefícios encerrados sem a devida comunicação à pessoa que recebe Benefício de Prestação Continuada (BPC), popularmente chamado de LOAS. “Tanto a DPU quanto o INSS entenderam que o melhor caminho para a resolução de litígios não é a via judicial, mas sim a extrajudicial. Vamos criar um fluxo de comunicação para que, ao invés de o defensor público ajuizar uma ação coletiva e encaminhar para o Poder Judiciário, ele encaminhe para o INSS”, explica o defensor público-geral federal (DPGF), Daniel Macedo. Para evitar o ajuizamento de ações de caráter coletivo que, muitas vezes, demoram anos para ser resolvidas, as duas instituições preveem a criação de um fluxo institucional de comunicação para resoluções extrajudiciais coletivas. Além disso, com o acordo, defensores públicos federais poderão pedir a reabertura dos processos de benefícios assistenciais que tenham sido indeferidos administrativamente por não cumprimento de exigências, desde que seja comprovado que houve equívoco no envio da comunicação. Com a assinatura do acordo, a DPU poderá dar início ao cadastramento e preparação de suas unidades para que o serviço seja oferecido.
  2. De acordo com o levantamento semanal da ANP, o preço médio do litro da gasolina caiu de R$ 5,5 para R$ 5,4, uma diminuição de 1,8%. Os preços da gasolina, do diesel e do etanol voltaram a recuar nos postos de combustíveis esta semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (19). A ANP voltou a publicar o levantamento semanal de preços depois que uma tentativa de ataque cibernético fez com que os sistemas da agência saíssem do ar por semanas. De acordo com o levantamento da ANP, o preço médio do litro da gasolina caiu de R$ 5,5 para R$ 5,4, uma diminuição de 1,8%. Trata-se do menor patamar desde a semana encerrada em 6 março do ano passado (R$ 5,290). O valor máximo encontrado nos postos foi R$ 8,750. Foi o oitavo recuo seguido do preço da gasolina, segundo a agência. Já o valor médio do litro do diesel passou de R$ 7,22 para R$ 7,050, redução de 2,4%. É o preço mais baixo desde a semana encerrada de 18 junho de 2022. O valor mais alto encontrado pela agência foi R$ 8,810. Por fim, o preço médio do etanol passou de R$ 4,05 para R$ 3,98, uma queda de 1,7%. O levantamento chegou a encontrar oferta do etanol pelo máximo de R$ 6,99. Em junho, os preços do litro do diesel e da gasolina alcançaram os maiores valores nominais pagos pelos consumidores para os combustíveis desde que a ANP passou a fazer levantamento semanal de preços, em 2004. Queda da preços A redução dos combustíveis sente o efeito da limitação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) adotada pelos estados depois que foi sancionado o projeto que cria um teto para o imposto sobre itens como diesel, gasolina, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. Pelo texto, esses itens passam a ser classificados como essenciais e indispensáveis, o que impede que os estados cobrem taxa superior à alíquota geral que varia de 17% a 18%, dependendo da localidade. Até então, os combustíveis e outros bens que o projeto beneficia eram considerados supérfluos e pagavam, em alguns estados, até 30% de ICMS. Além disso, a Petrobras tem promovido sucessivos cortes nos preços de venda da gasolina e do diesel para as refinarias. Nesta semana, por exemplo, a estatal reduziu o preço da gasolina vendida às distribuidoras em 4,85%. O preço do litro passa de R$ 3,71 para R$ 3,53 por litro.

  3. Com energia solar você tem mais previsibilidade no orçamento da sua casa ou empresa, e pode direcionar os investimentos de forma mais inteligente. Energia solar não é tudo igual, escolha uma marca que você pode confiar Shutterstock Num país em que a tarifa residencial de conta de luz subiu mais do que a inflação nacional, o investimento em energia solar vem sendo considerado por muitos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), de 2015 a 2021 a conta de energia acumulou alta de 114% - a inflação acumulada foi de 48% nesse mesmo período. Houve um aumento médio anual de 16,3% nos últimos sete anos. Além de contribuir para a preservação do meio ambiente, as fontes de energia limpa podem representar uma economia significativa para sua casa, ou sua empresa. A geração de energia solar se destaca dentre as demais pela rentabilidade financeira. Além do rápido retorno do investimento, outros benefícios em investir em um sistema fotovoltaico são: a valorização do imóvel e o maior controle do orçamento. Vamos às dicas? O sistema de energia solar tem um tempo médio de eficiência de 25 anos, por isso um dos momentos mais importantes para quem deseja investir em energia solar na sua casa ou negócio é a escolha da marca do seu gerador. Separamos algumas dicas para você ter mais segurança na sua escolha, confira: Dica 1 – Faça uma avaliação sobre a empresa que você irá contratar Pesquise com calma sobre as opções disponíveis no mercado, porque energia solar não é tudo igual. Você deve escolher uma marca em que você pode confiar. Isso significa avaliar a pré-venda, saber como é realizada a instalação, conhecer o desempenho do sistema e também o pós-venda. Dica 2 – Certifique-se de que a empresa oferece suporte pós-venda Entenda como funciona o suporte oferecido pelas empresas que você está considerando contratar. Escolher marcas com atendimento e suporte nacionais devem estar na sua lista de requisitos. Dica 3 – Contrate uma marca é reconhecida no mercado Qual a reputação da marca que você está considerando? Há sites dedicados a avaliações de empresas e eles são muito úteis quando não se conhece o histórico delas. Os comentários nas redes sociais dos fornecedores também servem como termômetro. Dica 4 – Entenda a qualidade dos equipamentos e da instalação Um bom gerador de energia solar só irá garantir a economia que você procura se os produtos forem de qualidade garantida e com certificações nacionais. Pesquise sobre a vida útil dos equipamentos e como é feita a instalação. Dica 5 – Negocie a melhor forma de pagamento Cada consumidor tem sua necessidade e isso precisa ser entendido pelo fornecedor. Pergunte sobre preço e condições de pagamento, existem diversas alternativas como financiamentos e linhas de créditos dedicados à instalação de energia solar. Simulador O primeiro passo para quem está procurando investivir no gerador de energia solar é fazer uma simulação, e saber na hora, o valor aproximado para realizar a instalação do sistema, a área necessária para instalar os painéis solares, a economia anual e o tempo aproximado de retorno de investimento. Simule agora sua economia aqui. A Intelbras Referência no mercado, a Intelbras atua com credibilidade há 46 anos. Atendimento e qualidade no fornecimento do serviço são dois pré-requisitos que precisam ser avaliados antes de uma contratação. Referência de mercado, a Intelbras é listada na B3 desde fevereiro de 2021. Tem uma trajetória inovadora, inteligente e inspiradora. São mais de 40 anos transformando a maneira como as pessoas se comunicam, se conectam e se protegem.
  4. Lista de aprovados inclui o secretário-executivo da Casa Civil, Jônathas Castro, e o procurador-geral da Fazenda Nacional, Ricardo Soriano, ambos vetados pelo Comitê de Elegibilidade da Petrobras. A Assembleia Geral de Acionistas da Petrobras aprovou nesta sexta-feira (19) os oito indicados para compor o Conselho de Administração da empresa. Entre as 11 cadeiras do colegiado da estatal estão nomes apontados pelo governo, por minoritários e um representante dos funcionários. Veja abaixo os oito nomes aprovados pelos acionistas para integrar o Conselho de Administração: Marcelo Gasparino da Silva; José João Abdalla Filho; Edison Antonio Costa Britto Garcia; Gileno Gurjão Barreto – que deve presidir o Conselho de Administração; Caio Mario Paes de Andrade – que já preside a Petrobras desde junho; Ricardo Soriano de Alencar; Jônathas Assunção Salvador Nery de Castro; Ieda Aparecida de Moura Cagni. Os dois primeiros nomes da lista são indicações dos acionistas minoritários. O grupo também indicou outros dois membros do conselho que permanecem nos postos (Francisco Petros e Marcelo Mesquita). Com o resultado, os acionistas minoritários permanecem com quatro cadeiras no conselho. A lista de aprovados inclui os nomes do secretário-executivo da Casa Civil, Jônathas Castro, e do procurador-geral da Fazenda Nacional, Ricardo Soriano. Ambos tinham sido vetados pelo Comitê de Elegibilidade da Petrobras, ou seja, tinham sido considerados inelegíveis para o conselho. Os dois indicados considerados inelegíveis foram eleitos, mas outras duas indicações do governo federal foram rejeitadas: Márcio Andrade Weber e Ruy Flaks Schneider. Na 11ª e última cadeira do colegiado, será mantida a conselheira Rosangela Buzanelli Torres, indicada pelos trabalhadores.

  5. A pesquisa ouviu 5.744 pessoas em 281 municípios de 16 a 18 de agosto. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Notas de real no bolso Arquivo/Agência Brasil Pesquisa Datafolha divulgada nesta Sexta-feira (19) aponta que 54% dos brasileiros consideram que a situação econômica do Brasil piorou nos últimos meses. Já para 25% dos entrevistados, a situação melhorou. Outros 20% avaliam que a situação ficou igual, e 1% não opinou. Datafolha: democracia é a melhor forma de governo para 75% das pessoas A taxa dos que consideram que a economia melhorou avançou em relação aos 15% verificados na pesquisa anterior, realizada em junho. A taxa dos que consideram que a economia piorou também caiu em relação aos 67% registrados em junho. O levantamento também apontou que 48% dos entrevistados acreditam que a situação econômica vai melhorar no futuro. Para 28%, a situação vai se manter como está, e 18% afirmam que a economia vai piorar no futuro. A pesquisa ouviu 5.744 pessoas em 281 municípios, de 16 a 18 de agosto. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Situação do entrevistado Em relação à sua própria situação financeira, 42% dos entrevistados responderam que piorou nos últimos meses, contra 32% que disseram que a situação se manteve a mesma, e 26% que consideram que melhorou. A maioria dos brasileiros está otimista em relação a sua própria situação econômica no futuro. Do total, 58% acreditam que a situação vai melhorar, 31% dizem que vai ficar como está, e 8% afirmam que a situação vai piorar. Veja o resultado: Situação econômica do país - nos últimos meses, como evoluiu? Piorou: 54% Melhorou: 25% Ficou como estava: 20% Não sabe: 1% Situação econômica do entrevistado - nos últimos meses, como evoluiu? Piorou: 42% Ficou como estava: 32% Melhorou: 26% Não sabe: 0 Nos próximos meses, a situação econômica do país vai melhorar, vai piorar ou vai ficar como está? Melhorar: 48% Ficar como está: 28% Piorar: 18% Não sabe: 5% Nos próximos meses, a sua situação econômica vai melhorar, vai piorar ou vai ficar como está? Melhorar: 58% Ficar como está: 31% Piorar: 8% Não sabe: 3%