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  1. Edição deste domingo (24) é a primeira sem apresentador em 30 anos. G1 relembra outras premiações sem mestre de cerimônias e avalia a força do time de celebridades de 2019. Brian Tyree Henry, Dana Carvey, Melissa McCarthy, Whoopi Goldberg, Tina Fey, Amy Poehler e Paul Rudd vão apresentar prêmios do Oscar 2019 Divulgação Não dá pra saber se a Academia está insegura por quebrar uma tradição que dura mais de 30 anos. Mas na falta de um apresentador, ela convidou mais de 50 celebridades para entregar os prêmios neste domingo (24). Veja a lista completa e em ordem alfabética no fim do texto. Estava tudo certo para o comediante Kevin Hart apresentar a cerimônia, mas depois de polêmicas com postagens homofóbicas, ele decidiu que não iria assumir o posto. Diante disso, a Academia preferiu seguir sem um mestre de cerimônias principal. Além dos apresentadores, onze famosos vão anunciar os clipes dos indicados a Melhor Filme, fazendo antes comentários sobre os oito concorrentes. Whoopi, a apresentadora surpresa? Segundo uma "teoria" publicada pelo jornal inglês "The Guardian", Whoopi Goldberg poderia ser uma apresentadora surpresa. Ela já apresentou o Oscar quatro vezes (2002, 1999, 1996 e 1994) e "sumiu" de seu programa "The View", da rede americana ABC, desde que Hart debandou. Estaria participando dos ensaios da cerimônia? Não há confirmação oficial até o momento. O Oscar vai sentir falta de um apresentador? Assumir um barco que já foi capitaneado por Bob Hope, Johnny Carson e Billy Crystal por tantas vezes seria um desafio. Ainda mais por eles terem características em comum: Eram pessoas respeitadas por Hollywood Sabiam bem que não eram as estrelas da noite Pareciam estar confortáveis falando com milhões de pessoas Arriscavam-se em brincadeiras com os famosos Tyler Perry, Awkwafina, Keegan-Michael Key, Mike Myers, Tessa Thompson, Maya Rudolph e Trevor Noah apresentarão prêmios no Oscar 2019 Divulgação Dente os nomes já anunciados, o G1 separou alguns que teriam potencial para ir bem como apresentador da noite: Os ex-'Saturday Night Live' Mike Myers e Dana Carvey Divulgação Mike Myers e Dana Carvey: Lembra da dupla em "Quanto Mais Idiota Melhor"? O quadro do "SNL", programa de humor dos EUA, virou filme em 1992 e 1993. No começo do primeiro filme, eles cantam "Bohemian Rhapsody", do Queen, no carro. Juntos, eles devem apresentar a cinebiografia do Queen, é claro. Amy Poehler e Tina Fey Divulgação Amy Poehler e Tina Fey - Além de fazer o público rir separadas em seus filmes e séries, as atrizes mostraram bom entrosamento ao apresentar por três anos seguidos o Globo de Ouro. O time de comediantes que já participaram do "Saturday Night Live" ainda conta com Maya Rudolph, vista no ano passado nas séries "Forever" e "The Good Place". Engraçadinhos, mas não tão conhecidos Na numerosa lista, os atores Brian Tyree Henry, Paul Rudd, Tessa Thompson, Tyler Perry, Awkwafina, Keegan-Michael Key e Trevor Noah estão entre os que, possivelmente, farão o público dar risada, mesmo que em breves interações. Indicada a Melhor Atriz por "Poderia Me Perdoar?", Melissa McCarthy também seria um nome interessante para outros anos. Outros edições sem apresentador A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas faz o Oscar desde 1929 e só por cinco vezes não houve alguém conduzindo a cerimônia. Em 1989, mais de 42 milhões de pessoas assistiram à premiação, a última sem mestre de cerimônias. Produzido por Allan Carr ("Grease"), o show de abertura não foi bem recebido e uma crítica no jornal "New York Times" chegou a dizer que "A 61ª Cerimônia começou criando a impressão de que nunca haveria a 62ª". Os vencedores das edições de 1971, 1970, 1969 e 1939 foram anunciados por vários artistas, chamados de "Amigos do Oscar", de forma semelhante ao que vai acontecer neste ano. Lista dos apresentadores deste ano, em ordem alfabética: Allison Janney Amy Poehler Angela Bassett Awkwafina Brian Tyree Henry Brie Larson Chadwick Boseman Charlize Theron Chris Evans Constance Wu Danai Gurira Daniel Craig Elsie Fisher Emilia Clarke Frances McDormand Gary Oldman Helen Mirren James McAvoy Jason Momoa Javier Bardem Jennifer Lopez John Mulaney Keegan-Michael Key KiKi Layne Krysten Ritter Laura Dern Maya Rudolph Melissa McCarthy Michael B. Jordan Michael Keaton Michelle Yeoh Paul Rudd Pharrell Williams Sam Rockwell Samuel L. Jackson Sarah Paulson Stephan James Tessa Thompson Tina Fey Tyler Perry Whoopi Goldberg Apresentadores de Melhor Filme: Amandla Stenberg Barbra Streisand Chef José Andrés Dana Carvey Diego Luna John Lewis Mike Myers Queen Latifah Serena Williams Tom Morello Trevor Noah Initial plugin text

  2. Programa ainda mostra a recuperação de Beto Barbosa e o festival fracassado de 'Fortnite'. Entenda assuntos em alta no entretenimento em poucos minutos. Semana Pop: A morte de Karl Lagerfeld, shows gringos no Brasil e Oscar 2019 O Semana Pop deste sábado (23) fala sobre a morte do grande estilista Karl Lagerfeld. Também discute os shows internacionais no Brasil anunciados essa semana e tudo o que vai rolar no Oscar neste domingo (24). O programa vai ao ar toda semana, com o resumo do que anda bombando no mundo do entretenimento. Tem música, cinema, TV, games, quadrinhos e internet. Tudo em poucos minutos. Veja todas as edições Ouça em podcast Desta vez, os temas são: O adeus e o bichano: A morte de Karl Lagerfeld e a história de Choupette, a gata que pode ser sua única herdeira Boa, Beto: O cantor Beto Barbosa anunciou que está 100% curado do câncer Vem aí: Os coreanos do BTS anunciaram show no Brasil em maio, e o Rock in Rio ganha Foo Fighters, Weezer e Panic! At the Disco Fracasso: O fracasso retumbante de um festival de "Fortnite" na Inglaterra Oscar 2019: A premiação acontece neste domingo (24) e aqui você confere tudo sobre o evento Da esq. para a dir.: Karl Lagerfeld, Beto Barbosa, Foo Fighters, 'Fortnite' Benoit Tessier/AP, Reprodução/Instagram/betobarbosa, Divulgação e Matt Sayles/Invision/AP

  3. Premiações de sindicatos de Hollywood ficam completamente divididas e deixam corrida difícil de prever. Associações são principais 'termômetro' do evento da Academia. 'Roma', 'Green Book' e 'Pantera Negra' disputam o Oscar de melhor filme Divulgação Em um ano com poucas unanimidades no cinema, "Roma" e "Green Book: O guia" são os grandes favoritos a levar a estatueta como melhor filme do Oscar 2019, que acontece neste domingo (24), mas até "Pantera Negra" pode sonhar. Isso porque os principais "termômetros" do grande evento do cinema, as premiações dos sindicatos de classes de Hollywood, escolheram vencedores completamente diferentes para suas principais categorias, algo que não acontece pelo menos desde 2005. São quatro organizações principais que podem ser consideradas indicadoras de como pensa a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organizadora do Oscar: PGA: Sindicato dos Produtores da América DGA: Sindicato dos Diretores da América SAG: Sindicato dos Atores WGA: Sindicato dos Roteiristas da América (que premia original e adaptado) *as siglas vêm do inglês Premiações dos sindicatos de Hollywood ficaram divididas em 2019 Arte/G1 "Roma" tem vantagem, porque o mexicano Alfonso Cuarón levou o prêmio maior do DGA, cujo escolhido levou o Oscar de melhor filme 54 vezes em 70 edições (um total de 77% de acerto). Já "Green Book" não fica muito atrás por ter sido a produção do ano para o PGA, que "previu" o Oscar 20 vezes em 29 anos (69% das vezes). A organização costuma mandar bem por ter grande parte dos membros da Academia e um sistema de votação muito parecido. Mas, ao ser escolhido com o melhor elenco pelo SAG, "Pantera Negra" ainda pode sonhar. A organização tem um índice baixo de acerto, apenas 11 vezes em 25 edições, mas nem "Roma" ou "Green Book" foram indicados na categoria. Somente "Coração Valente" ganhou como melhor filme sem um indicação com o elenco, em 1996. Corrida aberta (mas nem tanto) O maior obstáculo para "Roma" é o retrospecto da Academia, que nunca deu seu maior prêmio a um filme em língua estrangeira. Mas seus adversários diretos também têm problemas. Peter Farrelly, de "Green Book", e Ryan Coogler, de "Pantera Negra", foram ignorados na categoria de direção. Desde o começo do Oscar, em 1927, apenas quatro filmes ("Asas", "Grande hotel", "Conduzindo Miss Daisy" e "Argo") foram eleitos os melhores sem uma indicação a seus cineastas. Considerando que Cuarón é o favorito entre os diretores (desde 1948, o escolhido do DGA só não levou o Oscar em sete ocasiões), o filme mexicano tem todo o direito de ser o favorito entre as casas de apostas (e realmente é). Ao longo de 90 anos, o cineasta ganhador em sua categoria indicou o melhor filme 65 vezes. Rami Malek em cena de 'Bohemian Rhapsody', Glenn Close em 'A esposa', Mahershala Ali em 'Green Book' e Regina King em 'Se a rua Beale falasse' Divulgação Atores e coadjuvantes Entre as categorias de atuação, em três casos os vencedores do SAG devem preparar seus discursos para este domingo. Desde 1994, os escolhidos das duas organizações para melhor ator e melhor atriz só não coincidiram quatro vezes cada. Com isso, Rami Malek ("Bohemian Rhapsody") e Glenn Close ("A esposa") são grandes favoritos. Entre os coadjuvantes as coisas ficam um pouco mais abertas. Mesmo que o sindicato tenha "errado" com os homens nove vezes, a vitória de Mahershala Ali ("Green Book") é quase certa após a estatueta do sindicato. A coisa fica mais complicada com as mulheres. Este ano, a vencedora foi Emily Blunt ("Um lugar silencioso"), que nem foi indicada pela Academia, algo inédito na história das premiações. Com isso, crescem as chances de Amy Adams ("Vice"), Emma Stone ("A favorita") e Rachel Weisz ("A favorita"), indicadas ao SAG. Somente Marcia Gay Harden ("Pollock") ganhou um Oscar sem ser lembrada pelo sindicato, em 2001 – um tabu que Regina King ("Se a rua Beale falasse") espera quebrar após ganhar o Globo de Ouro e o Critics' Choice. Roteiros imprevisíveis Ao anunciar "Oitava série" e "Poderia me perdoar?" como vencedores de melhores roteiro original e adaptado no último domingo (17), o WGA em teoria sacramentava os dois como favoritos ao Oscar. Afinal, desde 1985, quando a premiação finalmente se limitou a categorias mais próximas às da Academia, a associação acertou cerca de 20 vezes em cada uma delas. O problema é que "Oitava série" não foi nem indicado ao Oscar, repetindo algo que aconteceu apenas uma vez na história. Com isso, o ganhador do Bafta ("A favorita") e o ganhador do Globo de Ouro ("Green Book") surgem como favoritos, já que pelo menos concorreram ao WGA.

  4. 'Uma Noite no Madison Square Garden', indicado a melhor curta documentário no Oscar, relembra comício nazista em 1939 com 20 mil pessoas em casa de shows icônica de NY. 'Uma Noite no Madison Square Garden': Assista ao trailer Neste domingo (24), a cerimônia do Oscar no Dolby Theater, em Los Angeles, vai lembrar outra cerimônia em palco icônico dos EUA, o Madison Square Garden, em Nova York. Foi lá que aconteceu, no dia 30 de outubro de 1939, um comício nazista para 20 mil americanos. O episódio quase apagado da história dos EUA, país que depois entrou na Segunda Guerra Mundial do lado oposto dos nazistas, é recuperado no documentário em curta-metragem "Uma Noite no Madison Square Garden", indicado ao Oscar 2019. Veja o trailer acima. Público faz saudação nazista em evento em 1939 em Nova York retratado no filme 'A night at the Garden' Divulgação "Um amigo me falou sobre isso no ano passado, e eu não acreditei que nunca tinha ouvido falar (...) Trechos disso já foram usados em outros documentários, mas ninguém tinha juntado tudo (...) Quando Charlottesville aconteceu, isso passou a ser urgente", contou o diretor, Marshall Curry, no site do filme. A citação a Charlottesville diz respeito ao protesto de supremacistas brancos em 2017 na cidade do sul dos EUA, em que uma manifestante contrária foi atropelada e morta, e ao qual o presidente Donald Trump respondeu que houve "culpa dos dois lados". Curry foi indicado ao Oscar de documentário outras duas vezes, por "Street fight" (2005), sobre a desleal campanha enfrentada por Cory Booker, hoje senador, para prefeito de Newark, e "If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front" (2011), sobre o controverso grupo de ambientalistas ELF. Cena de 'A night at the Garden' Divulgação As saudações e os símbolos são todos semelhantes a filmes de eventos nazistas na Alemanha, exceto quando aparecem bandeiras e figuras dos EUA. Racismo, nativismo e críticas à imprensa O discurso é ultranacionalista, racista, nativista, anticomunista, agressivo contra judeus e com demandas para que "o governo seja devolvido ao povo americano que o fundou". O filme mostra um jovem judeu que sobe no palco em protesto e é espancado de maneira humilhante em cima do palco. Críticas à imprensa misturadas ao antissemitismo também aparecem nas imagens do comício no documentário. "Patriotas americanos. Eu tenho certeza que eu não falo essa noite para vocês como um estranho. Vocês já ouviram falar sobre mim através da mídia controlada pelos judeus como uma criatura com chifres", ironiza no comício Fritz Kuhn, que foi líder do Bund, partido Nazista Americano. Cena do documentário 'Uma Noite no Madison Square Garden' Divulgação "As imagens são muito poderosas, parece incrível que elas não tenham entrado em todas as nossas aulas de História. Mas eu acho que esse comício sumiu da nossa memória coletiva em parte porque é assustador e vergonhoso. Conta uma história sobre nosso país que preferimos esquecer", diz o diretor. "A gente gosta de imaginar que quando o nazismo surgiu, todos os americanos ficaram imediatamente horrorizados. Mas enquanto a grande maioria dos americanos ficou, sim, horrorizada pelos nazistas, houve também um grupo significativo que foi simpático à sua mensagem de supremacia branca e antissemita", diz Curry. "Quando você vê 20 mil americanos reunidos no Madison Square Garden, você pode ter certeza que muito mais pessoas do que essas foram apoiadoras passivas", completa. Cartaz de 'Uma Noite no Madison Square Garden' Divulgação

  5. Cantora e compositora baiana projetada há dois anos com a edição do álbum Um corpo no mundo (2017), Luedji Luna recicla o repertório do disco neste ano de 2019. Além do single com remix da música Banho de folhas, repaginada pelos DJs e produtores musicais mOma e Guy Furious, a artista prepara o EP Mundo para este primeiro semestre de 2019. Trata-se de projeto idealizado pela artista em parceria com o DJ Nyack. O EP Mundo apresentará reciclagens de cinco músicas do álbum Um corpo no mundo em releituras feitas com adesões de rappers brasileiros como Djonga, Rincon Sapiência e Tássia Reis. Capa do single com remix da música 'Banho de folhas', de Luedji Luna Divulgação Editoria de Arte / G1