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  1. Os bandeirantes desbravaram o interior do país, capturaram e escravizaram indígenas e negros. A estátua de Borba Gato, na Zona Sul de SP, foi incendiada, neste sábado. Estátua de Borba Gato é incendiada em São Paulo A estátua de Borba Gato, na Zona Sul da cidade de São Paulo, foi incendiada, neste sábado (24). Segundo a Prefeitura da capital paulista é necessária uma perícia detalhada para avaliar as condições da estátua e definir qual tipo de reparo será feito. Estátua de Borba Gato é incendiada em SP Borba Gato foi um bandeirante. Os bandeirantes desbravaram o interior do país, capturaram e escravizaram indígenas e negros. Segundo historiadores, eles são responsáveis por exterminar etnias em confrontos. Por causa deste passado, alguns projetos de lei pedem a proibição e retirada de monumentos que homenageiam escravocratas. Este assunto é discutido na Câmara dos Vereadores da cidade de São Paulo, na Assembleia Legislativa do Estado e na Câmara dos Deputados, em Brasília. Veja filmes e livros sobre os bandeirantes Filmes 500 Almas Sinopse: "O delicado processo de reconstrução da memória e da identidade dos índios Guatós - através de depoimentos dos próprios membros da comunidade e de reconstituições de crimes realizados por homens brancos contra eles -, uma tribo indígena da região do Pantanal mato-grossense que foi descoberta muitos e muitos anos após ter sido considerada extinta e que atualmente se encontra disperso pela área." O caçador de esmeraldas Sinopse: "Baseado na história do bandeirante Fernão Dias Paes Leme. Em meados do século XVII, Portugal estava envolvido em uma profunda crise financeira e estendeu seu domínio sobre o território brasileiro, à oeste, para procurar por pedras preciosas e ouro. Fernão Dias (Jofre Soares) é nomeado pelo rei como "governador das esmeraldas" e, apesar da idade avançada, aceita organizar, financiar e liderar a expedição pelo sertões brasileiros, em busca das lendárias riquezas infinitas." República Guarani Sinopse: "Através de imagens de arquivos e depoimentos de célebres historiadores das mais diversas nacionalidades e linhas de pesquisa, Sylvio Back remonta os passos das missões jesuíticas que aportaram no Brasil e na América do Sul no século dezessete para compreender as formações e os costumes das antigas comunidades indígenas nativas que foram dizimadas pelo homem branco." Livros "Os Bandeirantes" - (Saraiva, 2004) "Bandeirantes - Os Comandos da Morte" - (Imago, 1999) Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas do Brasil - (Carvalho Franco - Itatiaia) Relatos sertanistas - (Afonso Taunay - Biblioteca Paulista) Negros da Terra - (John Manoel Monteiro - Cia das Letras) Estátua de Borba Gato é incendiada no bairro de Santo Amaro

  2. Atriz e cantor receberam os parabéns de amigos artistas e de fãs. 'Amo os dois! Ui!', escreveu o carnavalesco Milton Cunha. Paolla Oliveira e Diogo Nogueira nos bastidores do show do cantor Divulgação Paolla Oliveira e Diogo Nogueira receberam mensagens de famosos neste sábado (24) após assumirem o namoro. Os dois fizeram o anúncio ao site Hugo Gloss na sexta-feira (23) e disseram: "Estamos felizes". "Casalzão, amei", elogiou a apresentadora e atriz Fernanda Paes Leme no post do Instagram do site com o anúncio. "Amo os dois! Ui!", disse o carnavalesco Milton Cunha. Mumuzinho, Monique Alfradique, Karina Bachhi e outros comemoraram a notícia. "Shippo!", disse a apresentadora Astrid Fontenelle. "Lindos", elogiou a modelo Carol Trentini. Os fãs também comemoraram a notícia nas redes. Veja abaixo: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Semana Pop: Casal inseparável, cama 'anti-sexo' e mais fofocas dos bastidores da Olimpíada

  3. ♪ Enquanto seguidores de Marisa Monte aguardam a confirmação oficial da edição em LP e/ou CD do álbum Portas, a fábrica de vinil Polysom manda para as prensas edições em LP dos três últimos álbuns de estúdio da discografia solo da cantora e compositora carioca. Infinito particular (2006), Universo ao meu redor (2006) – álbuns lançados simultaneamente em março de 2006 – e O que você quer saber de verdade (2011), disco editado em outubro de 2011, eram até então inéditos no formato de vinil, tendo saído somente em CD nas épocas dos respectivos lançamentos. As edições em LP desses três álbuns de Marisa Monte em LP estão previstas para agosto. Imagem da edição em LP do álbum 'Infinito particular', de 2006 Divulgação Imagem da edição em LP do álbum 'Universo ao meu redor', de 2006 Divulgação Imagem da edição em LP do álbum 'O que você quer saber de verdade', de 2011 Divulgação

  4. O G1 estreia no canal do YouTube o 'Quiz dos famosos'. Toda semana uma celebridade vai responder sobre as notícias da semana. No programa deste sábado (24), o convidado é o ex-BBB João. Veja o vídeo! Na estreia do 'Quiz dos famosos', o G1 desafia o professor e ex-BBB João Pedrosa. O jogo é simples: são 10 perguntas sobre o que foi notícia na semana. Cada uma tem 4 alternativas e apenas uma, claro, é a correta. E aí, será que o João foi bem? Todo sábado um novo convidado vai participar do Quiz, que será também uma competição. Teremos um ranking com todos os participantes do Quiz comandado por Gabi Gonçalves! Preparados? Vamos ver como foi o João? E será que você acertaria as respostas Veja o vídeo! Siga o canal oficial do G1 no YouTube Veja todos os vídeos do G1 no YouTube Como se inscrever Para seguir o G1 no YouTube é simples, basta clicar neste link. Ou você ainda pode acessar o canal do G1 no YouTube. Fazer o login e clicar no botão inscrever-se que fica no topo da página no lado direito. G1 estreia o Quiz dos famosos no canal do YouTube G1

  5. Duas músicas obscuras do compositor Ivor Lancellotti, 'Algemas' e 'Quixeramobim', sobressaem no repertório do disco. Capa do álbum 'Gotas de sangue', de João Fênix Leo Aversa Resenha de álbum Título: Gotas de sangue Artista: João Fênix e Luiz Otávio Edição: Biscoito Fino Cotação: * * * * ♪ O sétimo álbum de João Fênix, Gotas de sangue, já teria razão de ser somente por lapidar joia rara da parceria do compositor carioca Ivor Lancellotti com o baiano Roque Ferreira, Quixeramobim (2016), música apresentada há cinco anos na voz opaca de Ivor, em gravação feita pelo autor para o álbum Tudo que eu quis (2016). Com o canto maturado em trajetória que ganhou relevo há 25 anos quando a voz andrógina do artista sobressaiu entre o elenco do musical de teatro Os quatro carreirinhas (1996), encenado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) sob direção de Wolf Maya, Fênix eleva Quixeramobim à outra dimensão em registro de câmara feito pelo intérprete com o pianista Luiz Otávio. Luiz Otávio é o partner de Fênix neste disco de voz e piano, posto em rotação na sexta-feira, 23 de julho, em edição da gravadora Biscoito Fino. É como se as veredas dos grandes “sertões de Deus” mencionados na letra conduzissem Quixeramobim a uma sala de concerto. Antecedido em 9 de julho pelo single com gravação de Gota de sangue (1979) em que cantor e pianista emularam as intenções da gravação original da canção de Angela Ro Ro, o álbum chega ao mundo no ano em que a discografia de Fênix completa duas décadas. Iniciada com a edição do CD Eu, causa e efeito (2001), a obra fonográfica do artista perdeu fôlego ao longo dos primeiros 15 anos pela insistência do cantor em enfatizar obra como compositor. A discografia de Fênix entrou novamente no tom com o álbum de intérprete sintomaticamente intitulado De volta ao começo (2016), gravado com produção musical do mesmo Jaime Alem que orquestrou o atual disco de voz e piano. Mesmo sem o arrojo politizado do álbum anterior de Fênix, Minha boca não tem nome (2018), ápice da trajetória do artista pela contundência do repertório majoritariamente inédito, Gotas de sangue se impõe como um dos melhores discos do artista, ancorado no porto seguro de composições infalíveis como Lígia (Antonio Carlos Jobim, 1974) e Ternura antiga (Ribamar e Dolores Duran, 1960). Na abordagem de Lígia, o toque do piano de Luiz Otávio – grande revelação do disco como instrumentista de precisão na união de técnica e sentimento – sugere clima à meia-luz na breve passagem instrumental da faixa. Sem se aprisionar em um único ambiente, o álbum Gotas de sangue verte lágrimas em outras atmosferas, coerentes com a ideologia de Fênix, cuja conversão à religião afro-brasileira lhe confere autoridade para cantar um afro-samba como Tristeza e solidão (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966) sem a matriz percussiva do gênero. Canção que projetou Zeca Veloso como compositor, Todo homem (2017) ressurge em registro inicialmente grave que expõe a dualidade da (nem sempre) feminina voz do cantor. Expressa no contraste entre o preto e o branco, mote das fotos feitas por Leo Aversa para promover o disco, a dualidade vocal do cantor está entranhada em Gotas de sangue sem exibicionismos, embora prevaleça o registro mais agudo. João Fênix grava música de Zeca Veloso, 'Todo homem', no álbum 'Gotas de sangue' Leo Aversa / Divulgação A presença de Algemas (2000) – outra (grande) música obscura do cancioneiro do compositor Ivor Lancellotti – valoriza o disco, sinalizando que o cantor poderia ter sido mais ousado na seleção do repertório. Por mais que todas as dez canções façam sentido no roteiro sentimental do álbum e/ou na memória afetiva do artista, Fênix nada acrescenta a uma música já tão associada ao autor, caso de O portão (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1974). O sucesso de Roberto Carlos simboliza instante de felicidade em roteiro pautado pela tristeza. Nesse roteiro, a cadência chorosa do samba Desalento (Chico Buarque e Vinicius de Moraes, 1970) se afina com o sofrimento da canção Sem você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) em momentos que, embora corretos do ponto de vista técnico, reiteram que Fênix poderia ter corrido mais riscos ao escolher o repertório do álbum Gotas de sangue. Impulsionado pela sintonia entre cantor e pianista, o melodrama narrado em Gotas de sangue poderia ter seguido roteiro que se mantivesse surpreendente como o registro sublime de Quixeramobim na abertura do álbum. O que jamais tira o mérito deste disco em que, com a cabeça descoberta, João Fênix se mostra nu com a música, à vontade com a voz andrógina e afinado com o piano preciso de Luiz Otávio.