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  1. Continuação com Angelina Jolie arrecada US$ 36 milhões em fim de semana de estreia, quase metade de antecessor de 2014. ‘Malévola 2’ ganha trailer e mostra embate entre Angelina Jolie e Michelle Pfeiffer "Malévola: Dona do Mal", uma sequência do filme de 2014 baseado na bruxa de "A Bela Adormecida", estreou no topo das bilheterias dos Estados Unidos com arrecadação bem abaixo do esperado, mas suficiente para tirar "Coringa" da liderança. Foram US$ 36 milhões em 2.790 salas de cinema durante o fim de semana, quase metade do que o primeiro filme arrecadou na mesma época, US$ 69 milhões. Apesar de estrear abaixo das projeções antes do fim de semana, o filme com Angelina Jolie facilmente superou a concorrência, incluindo o estreante da Sony, "Zumbilândia: Atire duas vezes". A sequência de "Malévola" desfrutou da posição de ser uma das poucas opções para jovens espectadoras em um mercado amplamente dominado por títulos voltados para homens, como "Coringa" e "Projeto Gemini", da Paramount. Mulheres representaram 56% das espectadoras, das quais cerca de 50% têm menos de 25 anos. "Dona do Mal" registrou o pior fim de semana de abertura do ano para a Disney e agora dependerá de bilheterias mundo afora para recuperar o orçamento de US$ 185 milhões. O filme teve exibições muito mais promissoras no exterior, arrecadando US$ 117 milhões. No total, já soma US$ 150 milhões ao redor do mundo. O primeiro filme da sequência arrecadou US$ 517 milhões no exterior e outros US$ 241 milhões no mercado doméstico durante o tempo em que esteve em cartaz. Elle Fanning também voltou às telas na sequência, unindo-se a Michelle Pfeiffer, Ed Skrein e Chiwetel Ejiofor, estreantes na série. "Malévola: Dona do Mal" foi dirigido por Joachim Ronning ("Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar"). "Coringa" conseguiu cair apenas para a segunda colocação, com outros US$ 29,2 milhões para um total doméstico de US$ 247 milhões. Já "Zumbilândia: Atire duas vezes" estreou na terceira colocação, com US$ 26,7 milhões, superando seu antecessor de 2009.
  2. Filme dirigido por Bárbara Paz sobre diretor de 'Pixote' e 'O beijo da mulher aranha' vai ser exibido neste domingo (20) na 43ª Mostra de SP, e tem estreia prevista para início de 2020. 'Babenco', documentário de Bárbara Paz premiado em Veneza, ganha primeiro trailer; ASSISTA O filme "Babenco - Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou", sobre o cineasta Hector Babenco (1946-2016), ganhou seu primeiro trailer neste domingo (20). Assista ao vídeo acima. Premiado como melhor documentário no Festival de Veneza e dirigido por Bárbara Paz, a produção vai ser exibida no mesmo dia, às 20h30, na 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. "Estrear esse filme no Brasil na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo tem muitos significados para mim. Primeiro Hector estreou quase todos os filmes dele na Mostra", afirma a diretora e atriz em nota. "Era nesse festival que ele gostaria de estrear um filme sobre ele." "Babenco" explora paralelos entre a carreira do diretor argentino naturalizado brasileiro, indicado ao Oscar por "O beijo da mulher aranha" (1985), e as doenças enfrentadas por ele em seus últimos anos de vida. O cineasta morreu em 2016, aos 70 anos de idade. Dirigido por Paz, mulher de Babenco, o documentário mostra seus medos e ansiedade, além de memórias e reflexões, e tem estreia prevista para o início de 2020.

  3. Maestro da Orkestra Rumpilezz assina arranjos de cordas e sopros no álbum do grupo carioca. O compositor e músico Sylvio Fraga conta, no texto de apresentação do álbum Canção da cabra, que, de início, o maestro baiano Letieres Leite faria somente alguns arranjos de sopros e cordas no disco do quinteto de Fraga. No decorrer da gravação do álbum, iniciada em 2017 e concluída em 2018 ao longo de sessões feitas em cinco estúdios diferentes, a função do mentor e condutor da Orkestra Rumpilezz foi se amplificando de tal forma que Letieres assina o álbum Canção da cabra com o Sylvio Fraga Quinteto. A audição do disco – lançado neste segundo semestre de 2019 via Rocinante, gravadora novata do qual Fraga é um dos diretores – justifica o nome de Leiteres na capa. Capa do álbum 'Canção da cabra', do Sylvio Fraga Quinteto e Letieres Leite Divulgação Para comprovar a maestria do maestro, basta ouvir as cordas e sopros orquestrados por Letieres para Sertões (Sylvio Fraga), uma das 15 músicas do repertório composto por Fraga a sós ou com parceiros como Thiago Amud, melodista de Sono do burgo e letrista de Euá, Fata Morgana e Da vida. A propósito, todas as 15 músicas do disco Canção da cabra têm letras que, cantadas por Fraga, jamais ofuscam a intrincada arquitetura instrumental do álbum, editado inclusive no formato de CD. Além de Sylvio Fraga (voz, vioão, guitarra e banjo), o quinteto é formado por Bruno Aguillar (baixo), José Arimatéa (trompete e flugelhorn), Lucas Cypriano (piano, Rhodes e Wurlitzer) e Mae William Caetano (bateria).

  4. Rapper utiliza sample do baterista africano Famoudou Konatè no primeiro single, 'Meu ritmo'. Rapper que há dois anos ascendeu ao primeiro time do universo brasileiro de hip hop com a edição do primeiro álbum, Galanga livre (2017), tendo confirmado o talento sobressalente em singles posteriores como Afro rep (2018) e Área de conforto (2018), Rincon Sapiência lança em novembro o segundo álbum. Nascido há 35 anos na cidade de São Paulo (SP) com o nome de Danilo Albert Ambrosio, Rincon Sapiência – vulgo Manicongo – conta com as adesões de Àttooxxá, Audácia, Gaab, Lellê e Rael neste esperado segundo álbum. O disco se chama Mundo Manicongo – Dramas, danças e afroreps. Na próxima sexta-feira, 25 de outubro, o rapper lança o primeiro single do álbum, Meu ritmo, com inédita música autoral formatada em estúdio com sample de gravação de Famoudou Konatè, baterista e percussionista guineense, referência mundial da cultura malinkè, difundida pela orquestra deste artista africano que chega aos 80 anos em 2019 como mestre no toque do djembe, tambor originário da Guiné. Sapiência recorre a sample de Konatè no single Meu ritmo para evidenciar a conexão entre a ancestralidade africana e a contemporaneidade do rap brasileiro – link recorrente no mundo musical de Manicongo. O álbum Mundo Manicongo – Dramas, danças e afroreps chega às plataformas de música em novembro através da distribuidora digital Altafonte.

  5. Cantor de reggae abre parceria com os produtores e compositores Pablo Bispo, Ruxell e Sergio Santos. Em cena desde 2004, Dada Yute – cantor e compositor paulistano nascido em dezembro de 1986 com o nome de Cauê Granello – completa 15 anos na praia do reggae, já convertido tanto ao rastafarianismo quanto à vertente mais pop do gênero jamaicano. Tal conversão explica o perfume pop romântico de Lavanda, single que dá a primeira amostra do novo projeto fonográfico deste artista que debutou na cena brasileira de reggae como backing vocal da banda Leões de Israel, da qual assumiu o posto de vocalista em 2006, um ano antes de começar trabalho solo que já extrapolou as fronteiras do Brasil. Lavanda marca o início da parceria de Dada Yute com o trio de produtores e compositores Dogz, formado por Pablo Bispo, Ruxell e Sergio Santos – nomes por trás de parte da música fabricada e consumida em escala industrial no universo pop brasileiro contemporâneo. O trio é parceiro de Yute na composição de Lavanda, reggae de perfume assumidamente pop. A ideia e o nome da música são de Pabllo. Ruxell criou os beats, bem macios, como manda a cartilha do pop reggae feito para massa. A intenção é adicionar o trap ao cancioneiro que será lançado paulatinamente por Dada Yute. “A gente quer trazer uma estética nova para a cena do reggae brasileiro, o new roots. Achamos que tem muito a ver essa fusão do trap com o reggae e o pop urbano. Vamos apostar nessa estética em todo o trabalho que estamos fazendo com o Dada Yute”, avisa Ruxell em nota oficial sobre o single lançado na sexta-feira, 18 de outubro. Promovido com clipe filmado na praia do Guarujá (SP), o single Lavanda também marca a estreia no mercado fonográfico do Inbraza, selo criado pela gravadora Som Livre em parceria com a Liga Entretenimento, com a assinatura do trio Dogz, para editar discos de artistas ligados ao segmento pop contemporâneo. Oito artistas fazem parte do elenco inicial do selo. Além de Dada Yute, o Inbraza abriga Ana K, Aya, Blue, Carol Bambo, Kynnie, Lukinhas e o próprio Ruxell.