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  1. Disco 'Buarqueanas' reforça as comemorações dos 77 anos feitos pelo compositor carioca neste sábado, 19 de junho. ♪ Ao compor série de nove peças em homenagem à obra do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685 –1750), temas criados a partir de 1930, o compositor e maestro carioca Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959) cunhou a expressão Bachianas. Decorridos 90 anos, a expressão inspira o título do álbum instrumental Buarqueanas, gravado pelo saxofonista e flautista Alexandre Caldi com o Quarteto Metacústico com a intenção de reapresentar o cancioneiro de Chico Buarque em registros de sopros e cordas que promovem a interação da música de câmara com a canção popular. Lançado em edição digital pela gravadora Biscoito Fino na quarta-feira, 16 de junho, o disco expõe quadro de Sérgio Ricardo (1932 – 2020) na capa – criada por Marina Lufti, filha do pintor e compositor do samba Zelão (1960) – e celebra os 77 anos completados por Chico Buarque neste sábado, 19 de junho de 2021. Capa do álbum 'Buarqueanas', de Alexandre Caldi e Quarteto Metacústico Arte de Marina Lufti a partir de quadro de Sérgio Ricardo O álbum Buarqueanas mostra que, além de letrista escultor de versos precisos, o compositor carioca sempre foi excepcional melodista. “Sempre reconheci, nas canções em que Chico é o único autor, um refinamento peculiar na arquitetura de suas melodias e harmonias”, atesta Alexandre Caldi. Ao lado de Daniel Silva (violoncelo), Diego Silva (viola), Luísa Castro (violino, em substituição a Maressa Carneiro) e Thiago Teixeira (violino), Caldi sopra o requinte da obra de Chico Buarque ao abordar composições como Noite dos mascarados (1967), Rosa dos ventos (1970), Cotidiano (1971), Joana francesa (1973), O meu amor (1977 / 1978), Fantasia (1979), Tanto amar (1981), Palavra de mulher (1975), Lola (1987), A mais bonita (1989) – canção unida em medley com Se eu soubesse (2011) – e A ostra e o vento (1997). Lançadas entre 1967 e 2011, as 12 composições selecionadas para o álbum Buarqueanas têm em comum o fato de terem música e letra criadas somente por Chico Buarque, gênio na arte da composição.

  2. Primeiras vozes femininas do mundo caipira, as irmãs paulistas saem de cena pelo avanço do Alzheimer que apagou a memória de Marilene, com quem Mary cantava desde 1947. ♪ Em cena desde 1947, a dupla sertaneja As Galvão chega ao fim em 2021, após 74 anos de atividade ininterrupta e pioneira no universo da música caipira. A dissolução da dupla paulista foi anunciada por Mary Galvão em entrevista a André Piunti, publicada no YouTube neste sábado, 19 de junho, no canal deste jornalista especializado em música sertaneja. O motivo do término é o avanço da doença de Alzheimer que obrigou Marilene a se retirar de cena pela perda total da memória. O fim da dupla As Galvão – inicialmente conhecida com Irmãs Galvão até a troca de nome (por razões esotéricas) no início dos anos 2000 – encerra carreira marcada pelo pioneirismo no universo sertanejo. As Irmãs Galvão foram as primeiras mulheres a desbravar território então dominado por elenco masculino. Além de cantar, Mary Galvão – nascida em Ourinhos (SP) em 1940 – tocava sanfona na dupla. Já Marilene Galvão – nascida em Palmital (SP) em 1942 – tocava viola enquanto unia a voz com a da irmã para propagar músicas como Beijinho doce (Nhô Pai, 1945), clássico sertanejo lançado pelas Irmãs Castro, mas desde sempre associado às vozes das Irmãs Galvão. As Irmãs Galvão no início da carreira, desbravada em rádios do interior do estado de São Paulo Reprodução / Site oficial As Galvão Quando entraram em cena na Rádio Club Marconi de Paraguaçu Paulista (SP), em 1947, com sete e cinco anos, respectivamente, Mary e Marilene certamente nem sonhavam em pavimentar trajetória tão longeva na música sertaneja. De rádio em rádio pelo interior paulista, as irmãs acabaram contratadas pela RCA Victor, gravadora na qual debutaram em 1955, ano em que as Galvão registraram, em disco de 78 rotações por minuto, as músicas Carinha de anjo (Paschoal Yanuzzi e Fábio Mirhib) e Rincão Guarani (Maurício Cardozo Ocampo, Diogo Mulero Palmeira e Centorion). Começou, naquele ano, bem-sucedida trajetória fonográfica pavimentada pelas gravações de toadas, modas de viola e rasqueados, gêneros musicais recorrentes no universo sertanejo. As Irmãs Galvão gravaram discos com regularidade até o fim da década de 1980. A partir dos anos 1990, a discografia foi ficando cada vez mais espaçada na medida em que a dupla passava a ser cada vez mais reconhecida pela primazia de Mary e Marilene terem imprimido assinatura vocal feminina na música sertaneja quando apenas os homens cantavam modas caipiras. Essa trajetória pioneira foi celebrada em 2017, ano em que as Galvão festejaram sete décadas de carreira, com a edição do DVD Soberanas – 70 anos ao vivo e com o documentário Eu e minha irmã – A trajetória das Irmãs Galvão, dirigido por Thiago Rosente.

  3. ♪ Na bagagem musical de Angélica Duarte, há referências de jazz, do universo dramático das óperas, do rock dos anos 1990 e da MPB de Caetano Veloso na década de 1970. A admiração da cantora, compositora e guitarrista paulistana – residente na cidade do Rio de Janeiro (RJ) – pelo artista baiano é tamanha que Angélica até já montou show, Deixa o pagode romântico soar, somente com músicas do repertório de Caetano. Esse show gerou EP, Odara, lançado pela cantora em agosto de 2018. Decorridos três anos, Angélica Duarte começa a apresentar a safra autoral do primeiro álbum, Hoje tem. Na próxima sexta-feira, 25 de junho, a artista lança Pakera fraka, single inicial desse álbum em que canta com Letrux (em Música infantil para adultos) e Juliana Linhares (na faixa Mais discreto), além de dar voz sozinha a canções como Coisa bicho. Pakera fraka é música que embute células rítmicas de ska e do jazz manoche na gravação feita no estúdio carioca Frigideira – com produção musical dividida entre Lourenço Vasconcellos e a própria Angélica Duarte – e masterizada por Bruno Giorgi. Executado pelos músicos Antonio de Moraes Neves (trombone), Alana Aberg (baixo), Christian Dias (guitarra), Eduardo Santana (trompete) e Gabriel Loddo (bateria), o arranjo de Pakera fraka é criação solitária de Angélica, que voltou a tocar a guitarra em 2020 e assina a direção musical do álbum. “O disco tem muitos momentos, mas principalmente dois eixos: o pessoal e o social. Hoje tem vem com muitas histórias que vivi e canções mais existenciais, com questionamentos e reflexões que tenho tido sobre as relações humanas e sobre o momento político do país”, adianta a artista.
  4. Semana Pop deste sábado (19) faz lista com episódios, memes e personagens inesquecíveis da história do programa comandado por Fausto Silva, que deixa a apresentação após mais de 32 anos. Semana Pop lembra 10 momentos marcantes do 'Domingão do Faustão' Fausto Silva deixa o comando do "Domingão do Faustão" depois de mais de 32 anos no ar. Por isso, o Semana Pop deste sábado (19) relembra 10 grandes momentos, memes e marcas da história do programa. Assista ao vídeo acima. Veja todas as edições do programa O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Primeiro programa Fausto Silva invadiu as casas brasileiras pela primeira vez em 26 de março de 1989. O primeiro "Domingão do Faustão" já dava dicas do que o público esperaria nas décadas seguintes, com quadros, participações de artistas e até prêmios. Memes Com os anos, Fausto se tornou aos poucos um rei dos memes. Inclusive até antes da criação do termo. Em 1994, o susto causado por um inventor com uma churrasqueira com controle remoto — fora de controle — ficou marcado na história do programa. Foram muitos e muitos memes, mas vale lembrar da participação do cantor Akon no programa, animando a plateia com um verso mais inesperado e a dança felina de um jovem participante do Se Vira nos 30. Só para não esquecer dos mais novinhos, a incredulidade de Fausto Silva quando concorrentes do Sufoco não conseguiam descobrir qual país da Europa fala holandês é eterna. Quadros clássicos Quadros clássicos nunca faltaram ao programa, aliás. Foram quase 40 ao longo dos anos, desde competição com membros do público a famosos mostrando seus dons na pista. Entre eles estão as Videocassetadas e as Olimpíadas do Faustão, que foram criadas ainda no começo, lá nos anos 1980, e apresentaram visões bem diferentes de dor. Já a Dança dos Famosos é um pouco mais recente, mas mesmo assim tem um bom tempo. O quadro, que coloca famosos em uma competição de dança, começou a ser exibido em 2005. Arquivo Confidencial E quem é que nunca, pelo menos lá no fundo, se imaginou sendo pego de surpresa no palco do "Domingão", com Fausto Silva gritando que "você está no Arquivo Confidencial"? O quadro homenageou diversas pessoas legais ao longo dos anos. Teve muito depoimento e muita emoção, mas o mais o legal mesmo eram sempre as reações na hora da revelação. Encontro Em 2003, mais do que nunca, Faustão viveu um de seus momentos mais inesquecíveis ao dividir por alguns instantes o programa com Gugu Liberato, que tinha um programa no mesmo dia e horário no SBT. Os dois apresentadores interagiram ao vivo, cada um de seu programa, para uma campanha para ajudar os brasileiros necessitados. Nova loira E se o apresentador é lembrado por disputas emocionantes ao longo das três décadas no ar, talvez a mais marcante delas foi aquela que mudou o destino de um dos grupos mais populares dos anos 1990. Em 1998, o É o Tchan buscava sua nova dançarina depois da saída de Carla Perez. A missão parecia impossível, mas o concurso realizado com votação do público no "Domingão" ajudou a eternizar a escolha de Sheila Melo para o papel. Melhores do ano Desde 1995, Faustão era o responsável por anunciar os grandes nomes da Globo no ano. A premiação passou por algumas mudanças ao longo do tempo, mas o importante é que sempre contou com a participação do público para escolher os vencedores. Mesmo com as mudanças, o Troféu Mario Lago, que homenageava a grande personalidade do ano e que começou em 2001, sempre se manteve aos dezembros. Felena Em 2016, a cantora pop americana Selena Gomez foi uma das lembradas na cerimonial lista de dedicatórias lida antes de cada atração. Isso foi o suficiente para que internautas de todo o país ficassem malucos e criassem um ship, fictício, do relacionamento entre Faustão e Selena: o Felena. Atrações internacionais Muita gente passou pelo programa. Mas o "Domingão" teve vários convidados internacionais agitando o "maior coral do Brasil". Além de Akon, o palco do semanal recebeu nomes surpreendentes. Entre as atrações, estiveram Shakira, Black Eyed Peas e até Fifth Harmony. Caçulinha Com tanto tempo no ar, Faustão não seria o único lembrado no programa, não é mesmo? Ao longo dos anos, o apresentador contou com diversos parceiros no "Domingão". O maior deles foi provavelmente Rubens Antonio da Silva, o Caçulinha. Diretor musical do programa, ele foi o maestro responsável pela trilha ao vivo, direto do palco, por décadas.

  5. 'Sofro por não estar rodando o Brasil nas principais festas, mas vivemos momento delicado', diz ao G1. Tirullipa e Taty Girl também participam de live a partir das 20h. 'Arraiá do Safadão' acontece neste sábado (19) com participações de Tirullipa, Israel e Rodolffo, Juliette e Alceu Valença Divulgação Wesley Safadão provavelmente teria o mês mais agitado do ano se os shows estivessem acontecendo normalmente, mas, por conta da pandemia, o São João vai ser on-line mais uma vez. A live "Arraiá do Safadão" acontece neste sábado (19), a partir das 20h, e vai contar com participações de Juliette, Israel & Rodolffo, Alceu Valença e Taty Girl. O humorista Tirullipa também estará presente no show, que será transmitido diretamente da Vila Forró, em Campina Grande (PB). "O São João é a época do ano que eu mais amo, pelo segundo ano consecutivo sofro por não estar rodando o Brasil nas principais festas, mas vivemos um momento delicado e todos nós temos que respeitar", afirma Safadão ao G1. No ano passado, o cantor fez uma live na mesma época com Luan Santana. Juliette e Safadão Juliette vai cantar na live de São João de Wesley Safadão Reprodução/Instagram/WesleySafadão Depois de cantar com Gilberto Gil, chegou a vez de Juliette dividir o palco com Wesley Safadão. Juliette se emociona em live com Gilberto Gil: 'É uma energia tão linda' O cantor de forró era um dos vários famosos que torceram pela paraibana no "BBB21". O repertório, por enquanto, é mantido em segredo. "As músicas não posso falar, vai ser surpresa, mas já adianto que vai rolar uma mistura boa", diz Safadão. Juliette ganhou um espaço em sua homenagem na Vila Forró, local que tradicionalmente recebe shows durante todo mês de junho. Na sexta (18), a campeã do "BBB" anunciou que vai ter a vida contada em documentário no Globoplay. Veja trailer abaixo. Juliette ganha documentário no Globoplay; assista ao trailer Mais lives deste sábado Samyra Show, Solange Almeida, Yury Pressão e Rogerinho - Live São João de Todos - 18h - Link Rashid - #EmCasaComSesc - 19h - Link Wesley Safadão - Participações de Juliette, Israel & Rodolffo, Alceu Valença, Taty Girl e Tirulipa - 20h - Link Semana Pop fala sobre o retorno das Lives e o adeus de Gusttavo Lima ao formato