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  1. ♪ A música se chama Tudo parece domingo, mas vai ser apresentada em 10 de dezembro, sexta-feira, dia da semana que concentra lançamentos de discos nos aplicativos de música. O single Tudo parece domingo veicula música inédita que estende a parceria de Ana Costa com Zélia Duncan. Amplificada há dois anos com a edição do álbum coletivo Eu sou mulher, eu sou feliz (2019), disco-manifesto feminista que poetizou direitos e grandezas das mulheres em repertório apresentado nas vozes de cantoras como Alcione e Simone, a parceria das compositoras já tinha gerado o single anterior de Ana Costa, Até a próxima estação, lançado em 5 de fevereiro. Gravada por Ana Costa com os toques de Maíra Freitas ao piano, Julio Florindo no contrabaixo e Mafram Maracanã na percussão, Tudo parece domingo é a terceira e última música formatada dentro da série caracteriza por Ana como “produção de quarentena”. São singles gravados e mixados pela artista carioca com produção musical orquestrada pela própria Ana Costa. A trilogia pandêmica foi iniciada no ano passado com o single Sempre que der (2020), no qual a cantora e compositora apresentou parceria com Gui Fleming. Capa do single 'Tudo parece domingo', de Ana Costa Divulgação

  2. Gravação é lançada neste domingo, 5 de dezembro, dia do 110º aniversário do guerrilheiro baiano. ♪ Estrategicamente agendado pelo selo Máquina de Louco para este domingo, 5 de dezembro, o lançamento do single Canto para atabaque celebra a memória e o legado de Carlos Marighella (5 de dezembro de 1911 – 4 de novembro de 1969) no dia do 110º aniversário deste político e guerrilheiro baiano. Com capa que expõe arte criada por Pedro Marighella, neto de Carlos, o single Canto para atabaque ressoa a ancestralidade afro-brasileira nas vozes dos cantores Tiganá Santana e Russo Passapusso, além do toque da BaianaSystem, banda nascida em Salvador (BA), assim como os soteropolitanos Marighella e Tiganá. Os versos de Canto para atabaque compõem poema escrito por Marighella e musicado por Tiganá Santana a convite da atriz Maria Marighella, neta do guerrilheiro. Foi em 2019 que Maria procurou Tiganá com o poema em que o político versa sobre a constituição mestiça do Brasil, enfatizando a contribuição valiosa do povo negro escravizado pelos colonizadores brancos. Capa do single 'Canto para atabaque', de BaianaSystem e Tiganá Santana Arte de Pedro Marighella Avalizado por Maria, Tiganá Santana pôs melodia nas palavras de Marighella, harmonizou a música e convidou a banda BaianaSystem e o músico Sebastian Notini para, juntos, criarem o arranjo e darem forma a Canto para atabaque. Assentada sobre a percussão afro-brasileira (composta pelos três atabaques rum, rumpi e lé, além de agogô, caxixi e xequerê e de toque de barravento, da tradição do candomblé de Angola), a gravação de Canto para atabaque foi feita em Salvador (BA) em novembro por SekoBass e Sebastian Notini, que criaram efeitos e programações para adensar o fonograma. Base do registro fonográfico, o arranjo de percussão é creditado a Notini e ao ritmista Ícaro Sá. O single Canto para atabaque chega ao mundo digital na versão original e na versão aDUBada, criada por Buguinha Dub no estúdio Mundo Novo, em Olinda (PE), no espírito da vertente viajante do reggae, gênero musical jamaicano embutido na versão original do single. Buguinha Dub mixou e masterizou as duas versões de Canto para atabaque.
  3. Ele foi chamado ao palco durante apresentação, mas desceu diante da reação da plateia. Artista responde por agressão à ex-mulher, gravada por câmeras de segurança. DJ Ivis é vaiado durante show no interior de São Paulo Acusado de agredir a ex-mulher, DJ Ivis foi vaiado sábado (4) ao subir ao palco de uma casa noturna em São Bernardo do Campo, no ABC. Ele foi chamado ao palco da "Noite do Piseiro" por Tarcisio do Acordeon, mas desceu diante da reação da plateia, de acordo com vídeos que circulam em redes sociais. Em julho, vídeos gravados por câmera de segurança interna mostraram DJ Ivis, agredindo a ex-mulher Pamella Holanda na frente da filha e de outras duas pessoas. Ele ficou três meses, mas foi solto em 22 de outubro. Ele compartilhou um longo texto no primeiro post após sair da prisão. "Por muitas vezes eu disse que começo a produzir pelo refrão. Hoje, trago este pensamento para minha vida, quero recomeçar a partir de onde me perdi. Não é possível apagar o passado. Sei que errei. Mas também sei que posso ser uma pessoa melhor", escreve o DJ no 1º post após ser solto. No dia 16 de novembro, ele havia publicado uma foto anunciando o retorno em breve à música. O cantor cearense Wesley Safadão também gravará uma música escrita por DJ Ivis. DJ Ivis grava com Marcynho Sensação primeiro clipe após sair da prisão DJ Ivis é solto após três meses preso por agressão à ex-mulher Pamella Holanda; vídeo

  4. ♪ De 20 a 23 de novembro, Wesley Safadão aproveitou o cruzeiro que capitaneou em alto mar – a bordo do navio MSC Prezioza – e gravou 13 músicas em áudio e vídeo em show feito sobre as águas. Esse registro audiovisual gera álbum ao vivo intitulado WS on board e previsto para 2022. Na noite de quinta-feira, 2 de dezembro, o primeiro single extraído da gravação ao vivo, Eu já tava bem, emergiu nas plataformas de áudio, em edição da Som Livre, gerando clipe posto simultaneamente em rotação no canal do artista cearense no YouTube. O single Eu já tava bem apresenta gravação de música inédita de autoria creditada aos compositores Caleb, Caio DJ, Felipe Amorim e Vitim Sanfoneiro. Na próxima quinta-feira, 9 de dezembro, Safadão lança EP em que apresenta quatro faixas de WS on board, álbum cujo repertório é composto por oito músicas inéditas e cinco regravações. Capa do single 'Eu já tava bem', de Wesley Safadão Divulgação

  5. Na companhia de amigos, como Marcus Majella, Bretas prestou homenagem ao ator, que morreu de Covid há sete meses. Thales Bretas joga cinzas de Paulo Gustavo em Nova York Ao lado de amigos, Thales Bretas, marido do humorista Paulo Gustavo, jogou as cinzas do ator no parque público Little Island, no Rio Hudson, na cidade de Nova York. Paulo Gustavo, criador da inesquecível Dona Hermínia, morreu em maio, aos 42 anos, vítima de Covid-19. "Tão bom te ter por perto, mesmo que distante… te sentir em cada lugar, em cada amigo, em cada amor espalhado pelo mundo! Hoje o mundo completa 7 meses sem sua presença física, mas você nunca estará ausente! Nunca mais. E agora, para sempre também em NY. Foi muito lindo… o dia ficou mais colorido quando te recebeu!", disse Bretas, no Instagram. Na postagem, ele agradeceu ainda aos amigos presentes, como o humorista Marcus Majella. 'MINHA MÃE É UMA PEÇA': como o ator conquistou o Brasil Niterói ganha estátuas de Paulo Gustavo e de Dona Hermínia no dia do 448º aniversário Initial plugin text Com um estilo de humor acessível, baseado em cenas familiares e cotidianas, Paulo Gustavo conquistou o Brasil e teve uma trajetória de enorme sucesso, em produções como o campeão de bilheteria "Minha mãe é uma peça: O filme" (2013), que rendeu duas continuações. Lançado em 2019, o longa mais recente da triologia se tornou a comédia com maior público da história do cinema nacional. Somados, os três filmes de “Minha mãe é uma peça” venderam mais de 26 milhões de ingressos entre 2013 e 2020. O terceiro filme teve a maior arrecadação da história do cinema brasileiro, com R$ 182 milhões de bilheteria. Além do sucesso de Dona Hermínia, o ator se destacou pelos filmes “Minha vida em Marte” (2018) e “Os homens são de Marte... e é para lá que eu vou” (2014), nos quais contracenou com a atriz e amiga Mônica Martelli. Ele interpretou o personagem Aníbal em ambas as comédias. Thales Bretas joga cinzas de Paulo Gustavo em NY Reprodução/Instagram Além do marido, Paulo deixou dois filhos pequenos, Gael e Romeu, além do pai, Júlio Marcos, da irmã, Juliana Amaral, e da mãe, Déa Lúcia Amaral, que inspirou a criação de Dona Hermínia. Durante os mais de 50 dias de internação do ator, a família compartilhou o dia a dia do tratamento e fez pedidos de oração.