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  1. Filme está previsto para estrear no dia 7 de julho no Brasil. Além de novas imagens de Natalie Portman como versão feminina do herói, prévia também mostra Christian Bale pela 1ª vez como vilão. Assista ao trailer de 'Thor: Amor e trovão' "Thor: Amor e trovão" ganhou seu segundo trailer nesta segunda-feira (23). Assista ao vídeo acima. Além de novas imagens de Natalie Portman como uma versão feminina do herói da Marvel, a prévia mostra pela primeira vez Christian Bale ("Batman: O cavaleiro das trevas") como o vilão, Gorr, e Russell Crowe ("Gladiador") como Zeus. Com estreia prevista para 7 de julho no Brasil, o quarto filme do Deus do Trovão nórdico dá sequência aos acontecimentos de "Thor: Ragnarok" (2017) e "Vingadores: Ultimato" (2019). Christian Bale interpreta o vilão Gorr em 'Thor: Amor e trovão' Reprodução/YouTube/Marvel Entertainment Além de trazer Chris Hemsworth de volta ao papel do Deus do Trovão, e de contar com Taika Waititi mais uma vez na direção, a produção conta com o retorno de Portman, que interpreta Jane Foster. Em "Amor e trovão", a personagem encarna uma versão feminina de Thor, assim como aconteceu nos quadrinhos. Os Guardiões da Galáxia também terão papel de destaque na história. O filme é dirigido por Waititi, que co-escreveu com Jennifer Kaytin Robinson, e conta ainda Tessa Thompson, Christian Bale, Chris Pratt, Jaimie Alexander, Pom Klementieff, Dave Bautista, Karen Gillan, Sean Gunn e Jeff Goldblum. 'Thor: Love and thunder' Reprodução/Instagram/Marvel

  2. Diretor disputa a Palma de Ouro com filme 'gore' com Viggo Mortensen, Kristen Stewart e Léa Seydoux. Léa Seydoux, David Cronenberg, Viggo Mortensen e Kristen Stewart antes da projeção de 'Crimes of the future' no Festival de Cannes 2022 Christophe Simon/AFP David Cronenberg se manteve fiel à sua reputação de mestre do "gore" com seu novo filme "Crimes of the future", apresentado nesta segunda-feira (23) no Festival de Cannes 2022, com o qual manteve sua obsessão por corpos e vísceras. Ambientado em um mundo em ruínas onde não existe a dor, o filme é protagonizado pelo ator fetiche do cineasta, Viggo Mortensen, na pele de um artista que exibe seus próprios órgãos ao vivo. Léa Seydoux como uma especialista do bisturi, e Kristen Stewart, como agente da polícia, completam o elenco desta história macabra, cujo lema é "a cirurgia é o novo sexo". "Neste filme, tentei ver o que tinha dentro do corpo", disse Cronenberg à AFP. "Meu interesse não é chocar e meu objetivo não é que as pessoas saiam do cinema, mas pode acontecer", admitiu o diretor de 79 anos. Os primeiros minutos do filme já são tensos, com a cena de um menino que acaba de ser asfixiado. 'À frente de seu tempo' "Tem coisas que não gostaria de ver, mas são muito específicas. Não gosto da crueldade, sobretudo a crueldade com as crianças (...) Não vou dizer que me choca, mas não gosto de ver", admite o cineasta, que tem três filhos e quatro netos. Cronenberg conhece bem o gênero "gore". A primeira vez que competiu ao prêmio máximo em 1996 com "Crash", uma história de sexo e acidentes de carro, levou o Prêmio Especial do Júri. Foi precisamente este filme polêmico que inspirou a diretora francesa Julia Ducournau, que ganhou a Palma de Ouro em 2021 com "Titane", que mistura sexo e automóveis. Com "Crimes of the future" é a sexta vez que este cineasta cult, autor de "A Mosca" e "eXistenZ", disputa a Palma de Ouro. Nesta segunda, no tapete vermelho, Cronenberg, com óculos escuro para se proteger dos flashes, esteve acompanhado de seus atores principais. Ele tem uma relação especial com Mortensen. Trabalharam juntos em múltiplas ocasiões, entre elas "Um método perigoso" (2011) e "Marcas da Violência" (2005). "Temos uma amizade com David e uma confiança que me permite me deixar tentar coisas inusitadas que não tentaria forçosamente com outros, sem saber se o pedem pelo valor de um plano ou por um espetáculo", disse o ator à AFP. Para ele, Cronenberg está "à frente de seu tempo" e seus filmes têm que ser vistos "quatro ou cinco vezes seguidas" para entendê-los. Convidado inusitado Nesta segunda também foi exibido "Heojil kyolshim", de Park Chan-wook, outro na disputa pela Palma de Ouro. O diretor sul-coreano, que ganhou fama com o ultraviolento "Oldboy" em 2003, apresentou agora um trilher complexo e sofisticado, com romance incluído entre o policial e a suspeita de um crime. Metade dos 21 filmes em disputa pela Palma de Ouro já foi apresentada e alguns começam a se destacar. Entre eles "Triangle of sadness", uma sátira mordaz sobre o mundo atual do sueco Ruben Ostlund. James Gray apresenta "Armageddon Time", um retrato de Nova York dos anos 1980 pelos olhos de um menino e de seu colega de classe negro. "Tchaikovksi wife", de Kirill Serebrennikov, emocionou na estreia da competição, mas foi ofuscado pela polêmica presença de seu diretor russo, criticada por cineastas ucranianos. O diretor iraniano Ali Abbasi surpreendeu com "Holy spider", que descreve a violência contra as mulheres em seu país. A surpresa da mostra competitiva ficou com "Eo", do veterano cineasta polonês Jerzy Skolimowski, protagonizado por... um burro. Nesta ode à defesa dos animais e contra os maus tratos, o equino faz um périplo por vários locais insólitos para ele e descobre a violência humana. Grandes nomes do cinema, já premiados anteriormente, ainda devem ser exibidos no festival. Entre eles estão "Tori and Lokita", dos irmãos Dardenne, sobre a amizade de dois jovens africanos exilados na Bélgica e "Broker", do japonês Hirokazu Kore-eda, laureado em 2018 por "Assunto de família". O júri, presidido pelo ator francês Vincent Lindon, revelará o vencedor em 28 de maio.

  3. Cineasta conhecido por 'Oldboy' disputa a Palma de Ouro com 'Heojil kyolshim', complexo thriller que inclui um romance entre policial e suspeita. Tang Wei, Park Chan-Wook e Park Hae-Il chegam à projeção de 'Heojil kyolshim' no Festival de Cannes 2022 Loic Venance/AFP O cinema sul-coreano entrou na disputa pela Palma de Ouro, principal prêmio do Festival de Cannes, nesta segunda-feira (23) com "Heojil kyolshim" ("Decision to leave", em inglês, na falta de um título em português), um complexo thriller que inclui um romance entre policial e suspeita, filmado com elegância pelo diretor Park Chan-wook. Park deixa desta vez a violência de "Oldboy", longa que marcou em Cannes em 2003, para propor uma história de amor entre um agente policial e uma imigrante chinesa na Coreia do Sul. Seo-rae (Tang Wei) não parece muito afetada pela morte de seu marido durante uma viagem. O investigador Jang Hae-joon (Park Hae-il), encarregado do caso, começa a suspeitar da mulher. O caso logo se torna uma complicada história de amor para o policial, desconcertado com os avanços de Seo-rae. "Não sou um romântico, mas estava muito interessado na expressão dos sentimentos" dos dois personagens, declarou Park em entrevista à AFP. É um filme de planos muito cuidadosos, cheio de acertos visuais e um mise-en-scène impecável, que ajudam o espectador a navegar em uma história repleta de reviravoltas e pistas falsas. Em 2019, o sul-coreano "Parasita", de Bong Joon-ho, encantou Cannes e a crítica, e levou a Palma de Ouro. No ano seguinte, venceu o Oscar de melhor filme, a primeira vitória de uma produção de língua não-inglesa. A série "Round 6", por sua vez, se tornou um sucesso mundial no fim de 2021 graças à Netflix. E justamente seu protagonista, Lee Jung-jae, apresentou na semana passada em Cannes seu primeiro longa, "Hunt", uma história de espionagem e guerra entre Seul, Washington e Bangkok. "É uma espécie de era de ouro para o cinema sul-coreano, e está apenas começando", explicou Lee na semana passada em entrevista à AFP. Graças a uma modernização do país sustentada por décadas de crescimento econômico, a Coreia do Sul desenvolveu uma potente indústria cinematográfica. Mas esse ambiente que lembra Hollywood veio acompanhado de mudanças sociais polêmicas. "A história contemporânea foi conturbada e isso mudou o caráter dos coreanos, passamos por muitos acontecimentos trágicos", explicou Park.

  4. Caso aconteceu nesta segunda-feira (23), em Paulo Afonso. Cachorro é resgatado após ficar com cabeça presa em grade de casa no norte da Bahia Divulgação/Corpo de Bombeiros Um cachorro foi resgatado nesta segunda-feira (23) após ficar com a cabeça presa na grade de uma casa, na cidade de Paulo Afonso, no norte da Bahia. O resgate foi feito por uma equipe do 15° Grupamento de Bombeiros Militar (15° GBM/Paulo Afonso), no bairro Centenário. De acordo com informações passadas pela tutora do animal ao Corpo de Bombeiros, ela chegava em casa quando o cachorro a seguiu. O animal tentou passar pela brecha do portão e ficou preso. Cachorro é resgatado após ficar com cabeça presa em grade de casa no norte da Bahia Divulgação/Corpo de Bombeiros Os militares foram acionados através da Centro Integrado de Comunicações (Cicom). Para o resgate, os bombeiros usaram técnicas de desencarceramento. O Corpo de Bombeiros informou que todo o processo foi feito com cuidado para que o animal não sofresse mais traumas nem ficasse estressado. Após o resgate, o animal foi deixado aos cuidados da tutora. Cachorro é resgatado após ficar com cabeça presa em grade de casa no norte da Bahia Divulgação/Corpo de Bombeiros Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻 Ouça 'Eu Te Explico' 🎙

  5. ♪ Artista fluminense que seguiu a cadência mais tradicional do samba ao lançar há 11 anos o primeiro álbum, O dengo que a nega tem (2011), após debutar como cantora na noite da cidade de Rio das Ostras (RJ), Thais Macedo muda a imagem, o discurso e o som no single triplo Papo reto, completando transição iniciada no EP anterior Borogodó (2015). Lançado na sexta-feira, 20 de maio, Papo reto apresenta três músicas inéditas gravadas pela artista com a intenção de produzir um mix pop de pagode e R&B contemporâneo. Na música-título Papo reto, a cantora divide os vocais com a rapper Bivolt, convidada e parceira de Thais na composição também assinada pelo produtor Marcel. Aquele chá e Depois da despedida são as outras duas músicas do disco, ambas também compostas por Thais Macedo. Capa do single triplo 'Papo reto', de Thais Macedo Divulgação